quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Lição 4: Compartilhando a missão de Deus

Sábado, 21 de outubro

Quem diz ser cristão deve examinar-se e ver se é tão bondoso e atencioso para com os semelhantes como deseja que estes sejam para com ele. [...] Cristo ensinou que posição ou riqueza não devem fazer nenhuma diferença em nosso trato mútuo, e que à luz do Céu todos somos irmãos. Posses terrestres ou honras mundanas não contam, na avaliação que Deus faz do ser humano. Ele criou todos iguais; Ele não faz acepção de pessoas. Avalia o ser humano segundo a virtude de seu caráter.


Possuir a verdadeira piedade quer dizer amarmos uns aos outros, ajudarmo-nos mutuamente, tornar aparente em nossa vida a religião de Jesus. Devemos ser consagrados condutos pelos quais o amor de Cristo flua aos que carecem de auxílio. [...] Aquele que mais se aproxima da obediência à lei divina será de maior préstimo a Deus. Aquele que segue a Cristo, estendendo a mão para alcançar Sua bondade, Sua compaixão, Seu amor à família humana, será aceito por Deus como cooperador do Senhor (Nos Lugares Celestiais [MD 1968, 7 de outubro], p. 287).


A base de nossa esperança em Cristo é o fato de nos reconhecermos a nós mesmos como pecadores em necessidade de restauração e redenção. É por sermos pecadores que temos coragem de pretendê-Lo como nosso Salvador. Cuidemos, pois, para não tratarmos com os que erram de maneira que deem aos outros a ideia de julgarmos não termos nós necessidade de redenção. Não denunciemos, nem condenemos ou destruamos, como se fossemos sem defeito. É obra de Cristo consertar, curar e restaurar. Deus é amor, em Si mesmo, em Sua essência. Ele [...] não dá a Satanás nenhuma ocasião de triunfar fazendo aparecer aos nossos inimigos o que temos de pior ou expondo-lhes nossas fraquezas (Nos Lugares Celestiais [MD 1968, 11 de outubro], p. 291).


Deus deu aos seus servos precioso conhecimento de Sua verdade e de- seja que estejam intimamente ligados a Jesus e, mediante compaixão, se aproximem de seus irmãos para que possam fazer-lhes todo o bem que está ao seu alcance. O Redentor do mundo não procurou o próprio pra- zer, mas andou fazendo o bem. Ele Se ligou intimamente com o Pai para que pudesse levar Sua força unida a exercer influência sobre o coração do ser humano para salvá-lo da ruína eterna. De maneira semelhante devem Seus servos cultivar a espiritualidade se esperam ter êxito em sua obra.


Jesus tanto Se compadeceu dos pobres pecadores que deixou as cortes do Céu e pôs de lado as vestes da realeza, humilhando-Se à condição do ser humano, para que pudesse familiarizar-Se com as necessidades humanas e ajudá-lo a erguer-se acima da degradação da queda. Quando Ele ofere ce ao ser humano tão inquestionável evidência de Seu amor e mais terna compaixão, quão importante é que Seus representantes imitem Seu exem- plo em aproximar-se dos semelhantes e ajudá-los a formar um verdadeiro caráter cristão! (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 234, 235).


Domingo, 22 de outubro: O dom da hospitalidade


A Bíblia dá bastante ênfase à prática da hospitalidade. Não somente a recomenda como um dever, mas apresenta muitos belos quadros do exercício dessa graça e das bênçãos que ela produz. Entre eles, destaca-se o exemplo de Abraão.


Vemos o patriarca, nos registros do Gênesis, logo após o meio-dia, descansando à porta de sua tenda, à sombra dos carvalhais de Manre. Passam perto três viajantes. Não fazem solicitação de hospitalidade, de favor algum, mas Abraão não lhes permite continuar o caminho sem se revigorarem. É um homem idoso, revestido de dignidade e riqueza, pessoa altamente honrada e habituada a mandar. No entanto, ao ver esses estranhos, "correu da porta da tenda ao seu encontro, prostrou-se em terra" (Gn 18:2, 3). [...] Trouxe com as próprias mãos água para que eles lavassem os pés. Ele próprio escolheu para eles o alimento; enquanto descansavam à sombra fresca, Sara, sua esposa, preparou-se para hospedá-los, e Abraão ficou respeitosamen- te ao lado deles enquanto lhe recebiam a hospitalidade. Mostrou-lhes essa bondade como a simples viajantes, estrangeiros em trânsito, os quais talvez nunca mais cruzassem seu caminho (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 272).


Há muitos [...] para quem nossa família pode se tornar uma bênção. Nossas recreações sociais não deveriam ser ditadas pelos costumes do mundo, mas pelo Espírito de Cristo e pelos ensinos de Sua Palavra. Os israelitas, em todas as suas festas, admitiam os pobres, os estrangeiros e os levitas, os quais eram, ao mesmo tempo, ajudantes do sacerdote no santuário, mestres de religião e missionários. Todos esses eram considerados hóspedes do povo, recebendo hospitalidade durante as festas sociais e religiosas, e sendo atendidos carinhosamente em suas enfermidades e necessidades. Devemos acolher pessoas assim em nosso lar. Quanto esse acolhimento alegraria e daria ânimo ao enfermeiro ou missionário, à mãe carregada de preocupações e trabalhos árduos, ou às pessoas fracas e idosas, que vivem muitas vezes sem lar, lutando com a pobreza e com tantos desalentos! [...]


O tempo de que dispomos é curto. Não podemos passar por este mundo mais de uma vez. Portanto, ao fazê-lo, tiremos o melhor proveito de nossa vida. A tarefa a que somos chamados não requer riquezas, posição social, nem grandes capacidades. O que se requer é um espírito bondoso e desprendido, e firmeza de propósito. Uma luz, por pequena que seja, se está sempre brilhando, pode servir para acender outras muitas. Nossa esfera de influência poderá parecer limitada, nossas capacidades diminutas, escassas as oportunidades, nossos recursos reduzidos; no entanto, se soubermos aproveitar fielmente as oportunidades de nossos lares, nos- sas possibilidades serão maravilhosas. Se abrirmos o coração e o lar aos divinos principios da vida, poderemos ser condutos que levem correntes de força vivificante (A Ciência do Bom Viver, p. 218-220).


Segunda, 23 de outubro: O amor de Abraão por todos


Há necessidade da terna de Cristo no coração de Seus professos seguidores - amor mais profundo aos que avaliou em tão alta conta que deu a própria vida para sua salvação. Essas pessoas são preciosas, infinitamente mais preciosas do que qualquer outra oferenda que possamos apresentar a Deus. Se empenhamos toda a energia em uma obra aparentemente grande, ao passo que desprezamos os necessitados ou privamos de seu direito o estrangeiro, nosso serviço não terá a aprovação divina. [...]


O amor é o fundamento da piedade. Qualquer que seja a fé, ninguém tem verdadeiro amor a Deus se não manifestar amor altruísta pelo seu irmão. Mas nunca poderemos possuir esse espírito somente tentando amar os outros. O que é necessário é o amor de Cristo no coração. Quando o eu está imerso em Cristo, o amor brota espontaneamente. A perfeição de caráter do cristão é alcançada quando o impulso de auxiliar e abençoar outros brotar constantemente do íntimo - quando a luz do Céu encher o coração e for revelada no semblante (Parábolas de Jesus, p. 225, 226). Abraão, homem de fé, pleiteou pelos habitantes de Sodoma. Uma vez ele os tinha salvado com a espada; agora se esforçava por salvá-los pela oração. [...] Com reverência e humildade insistiu em sua súplica. [...] Sendo ele próprio pecador, rogava em favor do pecador. Todos os que se aproximam de Deus devem possuir esse espírito. Abraão manifestava, contudo, a confiança de uma criança a rogar a seu amado pai. Achegou- se ao mensageiro celeste e insistiu fervorosamente com a sua petição. [...] O amor pelas pessoas que pereciam inspirava a oração de Abraão. Ao mesmo tempo em que abominava os pecados daquela cidade corrupta, desejava que os pecadores pudessem se salvar. Seu profundo interesse Sodoma mostra a ansiedade que devemos experimentar pelos impenitentes. Devemos alimentar ódio ao pecado, mas piedade e amor para com o pecador (Vidas que Falam (MD 1971, 14 de fevereiro), p. 51).


É nosso caráter e experiência que determinam nossa influência sobre o próximo. A fim de convencer os outros acerca do poder da graça de Cristo, devemos ter experimentado Seu poder em nosso próprio coração e vida. O evangelho que apresentamos para a salvação das pessoas deve ser o evangelho pelo qual nós mesmos sejamos salvos. Só por uma fé viva em Cristo como Salvador pessoal é que se torna possível fazer sentir nossa influência num mundo incrédulo. Se queremos retirar os pecadores da impetuosa corrente, devemos firmar os pés sobre a Rocha, Jesus Cristo.


A insígnia do cristianismo não é um sinal exterior; não consiste em trazer uma cruz ou uma coroa, mas sim em tudo o que revela a união do ser humano com Deus. Pelo poder da Sua graça manifestado na transformação do caráter, o mundo será convencido de que Deus enviou Seu Filho como Redentor. Nenhuma influência que possa rodear a alma tem mais poder do que a de uma vida abnegada. O mais forte argumento em favor do evangelho é um cristão que sabe amar e é amável (A Ciência do Bom Viver, p. 300).


Terça, 24 de outubro: O espírito de oração de Abraão


Vocês estão progredindo no conhecimento da verdade? Têm viva ligação com Jesus Cristo? Sabem que Abraão tinha, e ele conversava com anjos, podendo pedir-lhes um favor. [...]


Não temos suficiente fervor em nossa fé ou em nossa experiência. [...] Espero que não haja nem um de vocês que se acomode numa posição prazerosa pelo fato de crerem na verdade. Enquanto houver uma pessoa a ser salva em todo o mundo, vocês precisam se achegar à Fonte de toda luz e poder, a fim de que possam salvar essa pessoa. Vocês não se importam em ter um molde terreno e mundano à sua experiência. Têm pessoas a ser salvas ou perdidas, e necessitam de que seja introduzido em sua vida, em seu caráter e em sua experiência muito mais de Jesus. Vocês podem ser um auxílio e uma bênção uns aos outros sendo fiéis em toda posição em que estiverem e sentindo que são representantes de Deus sobre a Terra (Este Dia com Deus [MD 1980, 27 de março], p. 93).


As lições de Cristo referentes à oração devem ser ponderadas cuidadosamente. Há uma ciência divina na oração, e Sua ilustração nos apresenta princípios que todos necessitam compreender, Mostra qual é o verdadeiro espírito da oração, ensina a necessidade de perseverança ao expormos nossas súplicas a Deus e nos assegura Sua boa vontade de ouvir as orações e a elas atender.


Nossas orações não devem ser uma solicitação egoísta, meramente para próprio. Devemos pedir para podermos dar. O princípio da vida de Cristo deve ser o princípio de nossa vida. Ele disse, referindo-Se aos discípulos: "A favor deles Eu Me santifico, para que eles também sejam santificados na verdade" (Jo 17:19). A mesma devoção, o mesmo sacrificio, a mesma submissão às reivindicações da Palavra de Deus, manifestos em Cristo, devem ser vistos em Seus servos. Nossa missão no mundo não é servir ou agradar a nós mesmos; devemos glorificar a Deus, com Ele colaborando para salvar pecadores. Devemos suplicar de Deus bênçãos para partilhar com outros. A capacidade de receber só é preservada compartilhando. Não continuar recebendo os tesouros celestiais sem os transmitir àqueles que estão ao nosso redor (Parábolas de Jesus, p. 77). Cristo está hoje diante do altar de incenso, apresentando a Deus as orações dos que desejam Seu auxílio.


Cristo erguerá acima da acusação e das discussões quem se volta para Ele em busca de refúgio. Nenhum ser humano ou anjo mau pode censurar tais pessoas. Cristo as une com Sua natureza divino-humana. Elas estão ao lado Daquele que tomou sobre Si os pecados; estão na luz que vem do trono divino. "Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu, ou melhor, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós" (Rm 8:33, 34; O Desejado de Todas as Nações, p. 452).


Quarta, 25 de outubro: A missão de Abraão


Ao poupar a vida do assassino Caim, Deus deu ao mundo uma demonstração de qual seria o resultado de permitir que o pecador continuasse vivendo em desenfreada iniquidade. Pela influência do ensino e exemplo de Caim, multidões de seus descendentes foram levadas ao pecado, até "que a maldade do homem se havia multiplicado na Terra e [...] era continuamente mau todo desígnio do seu coração". "A Terra estava corrompida à vista de Deus e cheia de violência" (Gn 6:5, 11).


Por misericórdia para com o mundo, Deus eliminou seus ímpios habitantes no tempo de Noé. Também por misericórdia, destruiu os corruptos habitantes de Sodoma. Mediante o poder enganador de Satanás, os praticantes da iniquidade obtêm simpatia e admiração, e assim estão constantemente levando outros à rebeldía. O mesmo ocorreu no tempo de Caim e Noé, e no tempo de Abraão e Ló; e o mesmo ocorre também em nosso tempo. É por misericórdia para com o Universo que Deus finalmente destruirá os que rejeitam Sua graça (O Grande Conflito, p. 453).


"O Sol estava nascendo sobre a terra, quando Ló entrou em Zoar" (Gn 19:23). Os brilhantes raios da manhã pareciam falar apenas de prosperidade e paz às cidades da planície. Começou a agitação da vida ativa nas ruas; homens seguiam seus vários caminhos, preocupados com os negócios ou prazeres do dia. Os genros de Ló caçoavam dos temores e advertências do "velho caduco". De repente e de forma inesperada, como se fosse o es- trondo de um trovão provindo de um céu sem nuvens, a tempestade começou. O Senhor fez chover do céu "enxofre e fogo" (v. 24) sobre as cidades e a fértil planície; seus palácios e templos, suntuosas habitações, jardins e vinhedos, e as multidões que buscavam prazeres, as quais ainda na noite anterior insultaram os mensageiros do Céu - tudo foi consumido. [...]


Aprendemos a terrível e solene lição de que, ao mesmo tempo que a misericórdia de Deus suporta longamente o transgressor, há um limite além do qual os homens não podem ir no pecado. Quando é atingido aquele limite, a oferta de misericórdia é retirada e inicia-se a execução do juízo (Patriarcas e Profetas, p. 130).


Cada um dos que professam o nome de Cristo deve ser obreiro zeloso e altruísta, decidido a defender os princípios da justiça. Cada pessoa deve desempenhar parte ativa para fomentar a causa de Deus. Qualquer que seja nossa vocação, como cristãos, temos uma obra a fazer - tornar Cristo. conhecido ao mundo. Devemos ser missionários que tenham como alvo principal converter pessoas para Cristo.


Deus confiou à Sua igreja a obra de difundir a luz e disseminar a mensagem de Seu amor. Nossa ocupação não consiste em condenar nem denunciar, mas em atrair juntamente com Cristo, rogando aos homens que se reconciliem com Deus. Devemos encorajar as pessoas, atraí-las, e assim ganhá-las para o Salvador (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 338).


Quinta, 26 de outubro: Submissão à vontade divina


Em Sua providência, o Senhor trouxera essa prova a Abraão para lhe ensinar lições de submissão, paciência e fé; lições que deveriam ser registradas para benefício de todos os que mais tarde fossem chamados a suportar a aflição. Deus dirige Seus filhos por um caminho que eles não conhecem, mas não se esquece dos que Nele põem a confiança nem os rejeita. Permitiu que a aflição sobreviesse a Jó, mas não o abandonou Consentiu que o amado João fosse exilado na solitária ilha de Patmos, mas o Filho de Deus o encontrou ali, e sua visão esteve repleta de cenas de glória imortal.


Deus permite que as provações assaltem Seu povo, a fim de que, por sua fidelidade e obediência, sejam espiritualmente enriquecidos e seu exemplo possa ser uma fonte de força aos outros. "Eu é que sei que pensamentos tenho a respeito de vocês', diz o Senhor. 'São pensamentos paz e não de mal, para dar-lhes um futuro e uma esperança" (Jr 29:11). As mesmas provações que da maneira mais severa testam nossa fé e fazem parecer que Deus nos abandonou devem nos levar para mais perto de Cristo, para que possamos depor todos os nossos fardos aos Seus pés e experimentar a paz que Ele, em troca, nos dará (Patriarcas e Profetas, p. 99).


Devemos diariamente abrigar um espírito de inocente submissão e orar para que nossos olhos sejam ungidos com o colírio celestial a fim de que saibamos discernir as indicações da vontade divina, para não se tor narem confusas nossas ideias, porque nossa vontade parece totalmente controladora. Com os olhos da fé e submissão de filhos obedientes, temos de olhar para Deus, seguindo-Lhe a guia, e as dificuldades desaparecerão. A promessa é: "Eu o instruirei e lhe ensinarei. [...] Sob as minhas vistas, Te darei conselho" (SI 32:8).


Se nos achegarmos a Deus com espírito humilde e receptivo, não com os nossos planos já todos formulados antes de Lhe pedirmos, e elaborados de acordo com a nossa própria vontade, mas submissos, dispostos a ser ensinados, com fé, é então nosso privilégio reivindicar a promessa a cada hora do dia. Desconfiando de nós mesmos, precisamos guardar-nos contra nossas inclinações e tendências fortes, para que não sigamos nossa mente e nossos planos, pensando serem o caminho do Senhor (Para Conhecê-Lo [MD 1965, 31 de agosto), p. 249).


Cristo recomendou a Seu povo que orasse sem cessar. Isso não quer dizer que devamos sempre estar de joelhos; mas que a oração deve ser como a respiração da alma. Nossas silenciosas petições, seja onde for que estejamos, devem estar ascendendo a Deus, e Jesus, nosso Advogado, intercede por nós, erguendo com o incenso de Sua justiça os nossos pedidos ao Pai O Senhor Jesus ama a Seu povo, e quando eles põem Nele a confiança, Dele dependendo inteiramente, fortalece-os. Viverá por meio deles, dando-lhes a inspiração de Seu Espírito santificador, comunicando ao coração uma transfusão vital de Si mesmo (Para Conhecê-Lo [MD 1965, 13 de março), p. 78).


Sexta, 27 de outubro: Estudo adicional


Exaltai-O [MD 1992], 11 de outubro, p. 299 ("Amor - a evidência do discipulado").

Olhando Para o Alto [MD 1983), 9 de setembro, p. 260 ("Coragem no Senhor").


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