sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Lição 5: Desculpas para evitar a missão

Sábado, 28 de outubro

Embora tivesse se tornado ímpia, Nínive não estava totalmente entregue ao mal. Aquele que "vê todos os filhos dos homens" (SI 33:13) e "tudo o que há de mais precioso" (Jó 28:10) observou na cidade muitos que estavam procurando algo melhor e mais elevado, os quais, se tivessem oportunidade de conhecer o Deus vivo, abandonariam as más obras e O adorariam. Assim, em Sua sabedoria, o Senhor Se revelou a eles de maneira inconfundível, a fim de levá-los, se possível, ao arrependimento.


O instrumento escolhido para essa obra foi o profeta Jonas, filho de Amitai. A ele veio a palavra do Senhor: "Levante-se, vá à grande cidade de Nínive e pregue contra ela, porque a sua maldade subiu até a Minha presença" (Jn 1:1, 2).


Ao pensar nas dificuldades e aparentes impossibilidades dessa missão, o profeta foi tentado a duvidar da sabedoria do chamado. Do ponto de vis- ta humano, parecia que nada se ganharia em proclamar uma mensagem como aquela, nessa cidade tão orgulhosa. Ele esqueceu por um momento que o Deus a quem servia era totalmente sábio e todo-poderoso. Enquanto hesitava, ainda duvidando, Satanás encheu seu coração de desânimo. O profeta sentiu profundo receio e "se levantou, mas para fugir da presença do SENHOR, para Társis. Desceu a Jope, e encontrou um navio que ia Társis. Pagou a passagem e embarcou no navio, para ir com eles" (Jn 1:3; Profetas e Reis, p. 156, 157).


Ao comunicar luz ao Seu povo antigamente, Deus não operava exclusivamente por meio de uma classe. Daniel era um príncipe de Judá. Também Isaías era de linhagem real. Davi era um jovem pastor, Amós um vaqueiro, Zacarias um cativo de Babilônia, Eliseu um lavrador. O Senhor suscitou como representantes Seus profetas e príncipes, nobres e plebeus, e ensinava-lhes as verdades a ser dadas ao mundo.


A todos quantos se tornam participantes de Sua graça, o Senhor indica uma obra em benefício de outros. Devemos estar, individualmente, em nosso posto, dizendo: "Eis-me aqui, envia-me a mim" (Is 6:8). Sobre o ministro da Palavra, a enfermeira-missionária, o médico cristão, o cristão individualmente, seja ele comerciante ou agricultor, mecânico ou outro profissional-sobre todos repousa a responsabilidade. É nossa obra revelar às pessoas o evangelho de sua salvação. Toda empreitada em que nos empenhemos deve ser um meio para esse fim.


Os que se entregam à obra lhes é designada não somente serão que uma bênção a outros, mas também hão de ser eles mesmos abençoados. A consciência do dever bem cumprido exercerá uma influência reflexa sobre sua própria alma. O desanimado esquecerá seu desalento, o fraco se tornará forte, o ignorante ficará inteligente, e todos encontrarão um infalível auxiliador Naquele que os chamou (A Ciência do Bom Viver, p. 81, 82).


Domingo, 29 de outubro: Nossas desculpas: medo


Há mais pessoas do que pensamos desejando encontrar o caminho para Cristo. Aqueles que pregam a última mensagem de misericórdia devem ter em mente que Cristo tem que ser exaltado como o refúgio do pecador. Alguns ministros pensam não ser necessário pregar arrependimento e fé; eles acham que seus ouvintes estejam familiarizados com o evangelho e, portanto, devem ser apresentados assuntos de natureza diferente a fim de prender a atenção deles. Muitas pessoas, no entanto, são lamentavelmente ignorantes quanto ao plano da salvação; elas precisam de mais instrução quanto a esse tema tão importante do sobre qualquer outro.


São essenciais discursos teóricos para que o povo veja a cadeia da verdade, elo após elo, ligando-se a um todo perfeito, mas nunca se deve pregar um sem apresentar Cristo, e Ele crucificado, como a base do evangelho (Evangelismo, p. 130).


Nas horas mais escuras, sob as mais difíceis circunstâncias, o crente cristão pode se apoiar na fonte de toda luz e poder. Dia a dia, pela fé em Deus, sua esperança e ânimo podem ser renovados. "O justo viverá pela sua fé" (Hc 2:4). No serviço de Deus não precisa haver desânimo, nem hesitação ou medo. O Senhor fará mais do que cumprir as mais altas expectativas dos que Nele põem sua confiança. Ele lhes dará a sabedoria que suas múltiplas necessidades demandam (Profetas e Reis, p. 227).


Muita coisa depende da incessante atividade dos que são verdadeiros e leais; e por essa razão Satanás põe todo o esforço possível no sentido de impedir o propósito divino de ser realizado por meio daquele que é obediente. Ele leva alguns a perder de vista sua elevada e santa missão e a se tornarem satisfeitos com os prazeres desta vida. Faz com que caiam no comodismo ou que se mudem dos lugares onde poderiam ser uma força para o bem, com o propósito de encontrar maiores vantagens terrenas. Outros, ele leva ao desânimo, fazendo com que fujam do dever, em face da oposição ou perseguição. Mas todos esses são considerados pelo Céu com a mais terna piedade. A cada filho de Deus, cuja voz Satanás tenha conseguido silenciar, é dirigida a pergunta: "O que você está fazendo aqui? Comissionei você para que fosse a todo o mundo e pregasse o evangelho, a fim de que o povo fosse preparado para o Dia de Deus. Por que você está aqui? Quem o mandou?" [...]


Os que sentirem, mesmo em grau limitado, o que a redenção significa para si e para o próximo compreenderão de alguma forma as amplas necessidades da humanidade. Seus corações serão movidos à compaixão ao verem a carência espiritual e moral de milhares que estão sob a sombra de terrível maldição, em comparação com a qual o sofrimento físico é considerado como nada (Profetas e Reis, p. 99, 100).


Segunda, 30 de outubro: Nossas desculpas: ideias falsas


Se, quando o chamado lhe veio pela primeira vez, Jonas tivesse parado para analisar com calma, teria percebido como seria sem sentido qualquer esforço de sua parte para escapar da responsabilidade imposta sobre ele. Mas não lhe foi permitido, durante muito tempo, prosseguir tranquilamente em sua insensata fuga. "O SENHOR lançou sobre o mar um forte vento, e fez-se no mar uma grande tempestade, e o navio estava a ponto de se despedaçar. Então, os marinheiros, cheios de medo, clamavam cada um ao seu deus e lançavam ao mar a carga que estava no navio, para o aliviarem do peso dela. Jonas, porém, havia descido ao porão e se deitado; e dormia profundamente" (Jn 1:4, 5; Profetas e Reis, p. 157).


Firmem seu coração na crença de que Deus conhece todas as provações e dificuldades que vocês enfrentam na guerra contra o mal, pois Deus é desonrado quando alguém menospreza o Seu poder falando com descrença.


Este mundo é o grande campo de trabalho de Deus; Ele comprou os que nele vivem com o sangue de Seu Filho unigênito, e deseja que Sua mensagem de misericórdia alcance a todos. Os que estão comissionados a fazer esse trabalho serão testados e provados, mas eles deverão ter sempre em mente que Deus está perto para fortalecê-los e ampará-los. Ele não nos pede que confiemos em alguma cana quebrada. Não devemos buscar auxílio humano. Não permita Deus que coloquemos o homem no lugar em que Deus deve estar. [...] O Senhor Jeová "é uma rocha eterna" (Is 26:4 Refletindo a Cristo (MD 1986, 4 de dezembro], p. 344).


Quando Deus abre o caminho para a realização de certa obra e dá garantias de sucesso, o instrumento escolhido deve fazer tudo que estiver em seu poder para alcançar os resultados prometidos. O sucesso será proporcional ao entusiasmo e perseverança com que o trabalho for levado adiante. Deus pode realizar milagres em favor de Seu povo unicamente quando este desempenha sua parte com incansável energia. Ele requer para Sua obra homens de devoção, de coragem moral, com intenso amor pelas almas e zelo que nunca enfraquece. Esses obreiros não acharão nenhuma tarefa árdua demais, nenhuma perspectiva sem esperança; eles trabalharão com coragem até que a aparente derrota se transforme em gloriosa vitória. Nem mesmo as paredes das prisões ou a ameaça de martírio os levará a mudar de rumo em seus propósitos de trabalhar unidos com Deus para a edificação de Seu reino (Profetas e Reis, p. 155).


Aqueles que tiveram mais sucesso em ganhar almas foram homens e mulheres que não se vangloriavam de suas habilidades, mas com humildade e fé procuravam ajudar as pessoas ao seu redor. Jesus fez essa mesma obra. Ele Se aproximou daqueles que queria alcançar. Quantas vezes, enquanto alguns estavam reunidos ao Seu redor, Ele transmitia Suas lições, e um por um os transeuntes paravam para prestar a atenção até que se formava uma grande multidão que ouvia com admiração e temor as palavras do Mestre enviado do Céu! (Obreiros Evangélicos, p. 194).


Terça, 31 de outubro: Nossas desculpas: inconveniência


Toda pessoa que é salva tem que renunciar aos seus próprios planos e seguir aonde Cristo conduz. O entendimento tem que ser entregue a Cristo para ser limpado, refinado e purificado por Ele. Isso sempre será efetuado quando recebermos corretamente os ensinos de Cristo. Oh, quanto necessitamos de mais íntima comunhão com Ele! Temos que nos interessar em Seu propósito e cumprir Sua vontade, dizendo de todo o coração: "Senhor, que queres que eu faça?" [...]


Sempre devemos nos lembrar do fato de que o tempo é curto. A iniquidade está aumentando em toda parte. Os justos são postos como luzes no mundo. Por seu intermédio tem que ser revelada ao mundo a glória de Deus (Este Dia com Deus [MD 1980, 9 de novembro], p. 320). Se você estiver em comunhão com Cristo, valorizará todo ser humano


como Ele fez. Sentirá pelos outros o mesmo profundo amor que Cristo sentiu por você. Então estará apto para cativar e não afugentar, atrair e não repelir aqueles por quem Ele morreu. Ninguém seria jamais reconduzido a Deus se Cristo não tivesse feito um esforço pessoal por ele; e é por esse trabalho pessoal que podemos salvá-lo. Quando você vir aqueles que caminham para a perdição não descansará em tranquila indiferença e sossego. Quanto maior o pecado deles e mais profunda sua miséria, tanto mais sinceros e ternos serão os esforços para sua recuperação. Discernirá a necessidade dos que sofrem, que pecaram contra Deus e são oprimidos pelo fardo da culpa. Seu coração transbordará de compaixão por eles, e você lhes estenderá sua auxiliadora mão. Nos braços de sua fé e amor, você os levará a Cristo. Cuidará deles e os animará, e sua empatia e confiança os ajudarão a não cair.


Nessa obra, todos os anjos do Céu estão prontos a cooperar. Todos os recursos do Céu estão à disposição de quem procura salvar os perdi- dos. Os anjos o auxiliarão a alcançar os mais indiferentes e resistentes. E quando alguém é reconduzido a Deus, todo o Céu se alegra; serafins e querubins tocam suas harpas douradas e cantam louvores a Deus e ao Cordeiro, por Seu amor e misericórdia pelos filhos dos homens (Parábo- las de Jesus, p. 110, 111).


Cristo veio ao mundo para sofrer e morrer a fim de que, pela fé Nele e mediante a apropriação de Seus méritos, viéssemos a ser colaboradores de Deus. Era designio do Salvador que, depois que Ele subisse ao Céu para ali interceder em favor dos homens, Seus seguidores prosseguissem.com a obra por Ele iniciada. Não demonstrará o ser humano interesse espe- cial em transmitir a luz da mensagem do evangelho aos que continuam nas trevas? Existem alguns que se dispõem a ir aos confins da Terra a fim de transmitir aos homens a luz da verdade, mas Deus requer que todos os que conhecem a verdade se esforcem por conquistar outros para o amor da verdade. Como poderemos ser considerados em condições de entrar na cidade de Deus, se não nos dispomos a fazer verdadeiros sacrifícios para salvar os que estão prestes a perecer? (Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 82).


Quarta, 1° de novembro: Nossas desculpas: conflitos desconfortáveis


Quando Jonas viu o propósito de Deus de poupar a cidade que, apesar de sua impiedade, tinha sido levada a se arrepender, vestida em pano de saco e coberta de cinza, ele devia ter sido o primeiro a se alegrar com a maravilhosa graça de Deus; no entanto, ao contrário disso, permitiu que sua mente se fixasse sobre a possibilidade de ser considerado um falso profeta. Preocupado com sua reputação, ele perdeu de vista o valor infinitamente maior dos que viviam naquela cidade infame. A compaixão mostrada por Deus para com os arrependidos ninivitas desagradou extremamente a Jonas, o qual "ficou muito aborrecido e com raiva" (Jn 4:1). Ele argumentou com o Senhor: "Não foi isso que eu disse, estando ainda na minha terra? Por isso, me adiantei, fugindo para Társis, pois sabia que Tu és Deus bondoso e compassivo, tardio em irar-Se e grande em misericórdia, e que mudas de ideia quanto ao mal que anunciaste" (v.2).


Ele se rendeu mais uma vez à sua inclinação de questionar e duvidar, e foi novamente oprimido pelo desanimo. Perdendo de vista os interes- ses dos outros e sentindo que teria sido melhor morrer do que viver para ver a cidade poupada, exclamou em sua insatisfação: "Agora, SENHOR. peço que me tires a vida, porque para mim é melhor morrer do que viver" (Jn 4:3; Profetas e Reis, p. 160).


A lição é para os mensageiros de Deus hoje, quando as cidades das nações estão com tanta necessidade de conhecer os atributos e propósitos do verdadeiro Deus como os ninivitas do passado. Os embaixadores de Cristo devem mostrar para as pessoas o mundo mais nobre, que tem sido em grande parte perdido de vista. De acordo com os ensinamentos das Sagradas Escrituras, a única cidade que permanece é aquela cujo arquiteto e construtor é Deus. Com os olhos da fé, os seres humanos podem contemplar o limiar do Céu, iluminado com a glória do Deus vivo. Por intermédio de Seus servos ministradores, o Senhor Jesus está convidando as pessoas a se empenharem com santificada ambição no sentido de assegurem a herança imortal. Apela para eles a fim de que acumulem tesouros junto ao trono de Deus (Profetas e Reis, p. 161, 162).


No dom de Seu Filho para nossa redenção, Deus mostrou quão alto valor Ele dá a um ser humano, e não dá direito a homem algum de falar desprezivelmente de outro. Veremos faltas e fraquezas nos que nos rodeiam, mas Deus reivindica toda pessoa como Sua propriedade - Sua pela criação, e duplamente Sua tendo sido comprada com o precioso sangue de Cristo. Todos foram criados à Sua imagem, e mesmo os mais degradados devem ser tratados com respeito e ternura. Deus nos considerará responsáveis até por uma palavra proferida em desprezo em relação a alguém por quem Cristo depôs a vida. [...]


Aquele que ocupa o lugar de porta-voz de Deus não deve proferir palavras que nem a Majestade do Céu empregaria quando contendendo com Satanás. Devemos deixar com Deus a obra de julgar e condenar (O Maior Discurso de Cristo, p. 42, 43).


Quinta, 2 de novembro: Eis-me aqui, envia-me a mim


Confuso, humilhado e incapaz de compreender o propósito de Deus em poupar Nínive, Jonas, apesar de tudo, havia cumprido a missão que lhe fora dada de advertir a grande cidade; e, embora o acontecimento predito não tivesse se realizado, a mensagem de advertência não era de ninguém menos do que de Deus. E ela cumpriu o propósito do Senhor. A glória de Sua graça tinha sido revelada entre os pagãos. "Alguns se assentaram nas trevas e nas sombras da morte, presos em aflição e em correntes de ferro, [...] clamaram ao SENHOR, e Ele os livrou das suas tribulações. Tirou-os das trevas e das sombras da morte e quebrou as correntes que os prendiam. [...] Enviou-lhes a Sua palavra, e os sarou, e os livrou do que lhes era mortal" (SI 107:10, 13, 14, 20; Profetas e Reis, p. 161).


Lembremo-nos de que nosso trabalho, ainda que não o tenhamos escolhido, deve ser aceito como tendo sido escolhido por Deus para nós. Seja ele agradável ou não, temos obrigações de cumprir o dever que nos é apresentado. "Tudo o que vier às suas mãos para fazer, faça-o conforme as suas forças, porque na sepultura, que é para onde você vai, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma" (Ec 9:10).


Se o Senhor deseja que levemos uma mensagem a Nínive, não lhe será agradável irmos a Jope ou a Cafarnaum. Ele tem motivos para nos enviar aonde nossos passos foram dirigidos. Talvez lá houvesse alguém em necessidade do auxílio que lhe poderíamos prestar. Ele que enviou Filipe ao ministro etíope, Pedro ao centurião romano, e a menina israelita em auxílio de Naamã, o capitão sírio, envia hoje homens, mulheres e jovens como Seus representantes àqueles que têm necessidade de ajuda e guia divinas (A Ciência do Bom Viver, p. 302).


Nossos planos nem sempre são os planos de Deus. Ele pode ver que vale mais para nós e para a Sua causa recusar nossas melhores intenções, como fez no caso de Davi. Mas de uma coisa podemos estar certos: Ele abençoará e empregará no avanço de Sua causa aqueles que sinceramente se consagram à Sua glória, com tudo o que possuem. Se vir que é melhor não atender aos desejos, compensará a recusa dando-lhes provas de Seu amor e confiando-lhes outro serviço.


Em Sua amorosa solicitude e interesse para conosco, Ele, que nos compreende melhor do que nós mesmos, Se nega a permitir que procuremos egoisticamente satisfazer nossa ambição. Não permite que passemos por alto os deveres domésticos, porém sagrados, que junto de nós nos aguardam. Muitas vezes, esses deveres proporcionam a educação essencial à nossa preparação para uma obra mais elevada. Com frequência, nossos planos são frustrados a fim de que sejam cumpridos os planos de Deus a nosso respeito.


Nunca somos chamados a fazer um sacrifício real para Deus. Ele pede que Lhe submetamos muitas coisas, mas fazendo-o não abandonamos senão o que nos impediria na marcha para o Céu. Mesmo quando chamados a renunciar coisas boas em si mesmas, podemos estar seguros de que Deus nos está assim preparando algum bem maior (A Ciência do Bom Viver, p. 302, 303).


Sexta, 3 de novembro: Estudo adicional


Mensagens aos Jovens, p. 148, 149 ("Trabalhar com fé").

Olhando Para o Alto [MD 1983], 6 de junho, p. 165 ("Agora é o tempo: erguei-vos!").


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